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Arquivo do autor:Camila De Franco

A má postura

Postura. Esta é uma velha conhecida dos seres humanos e prejudica muito a todos que não tentam corrigi-la. Muitas pessoas tem de dores no corpo, principalmente nas costas, e somente depois de algum tempo percebem que sua postura estava errada e esta era a grande responsável por suas dores. Podendo causa várias lesões, é imprescindível que todos cuidem de sua postura, independente de onde seja, seja no trabalho ou em casa descansando no sofá. A educação postural é que deve acontecer desde a infância para prevenir futuros problemas.

Segundo o Dr. Mauro Bosi, ortopedista do Fusame – Hospital Municipal de Americana, interior de São Paulo, em entrevista para o site Boa Saúde, para ter uma postura correta é  necessário  praticar atividade física regularmente e corrigir sempre a postura nas atividades diárias, mantendo a coluna reta o tempo todo para que assim não ocasione lesões ou dores musculares. Existem ainda três desvios na coluna: a escoliose, a cifose e a lordose, podendo ser desvios provocados por má postura ou por genética. Os desvios são problemas físicos que podem ser tratados com fisioterapia, coletes, ou, quando há necessidade, com tratamento cirúrgico.

No inicio, a má postura levará apenas a dores musculares, provocando pequenas lesões, mas com o passar do tempo o desvio pode ser irreversível, como no caso dos idosos que, por causa da idade, tem maiores problemas com dificuldades relacionadas a coluna. Hoje, todas as pessoas tem consciência do mal que a postura incorreta faz para o nosso corpo, mas tem uma dificuldade tremenda em corrigi-la. Se o médico for procurado ou até mesmo um professor de academia que faça avaliações físicas, eles poderão corrigir seu problema e ajudar para que essa correção seja feita da maneira mais fácil e menos dolorida. É difícil? Sim, muito! Afinal, estaremos corrigindo costumes e hábitos, mas nada que um esforço a mais não ajude e traga benefícios enormes para sua saúde hoje e daqui a alguns anos.

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Spinning: detonador de calorias

Spinning: detonador de calorias

As aulas lotam com a mesma velocidade com que os praticantes firam o pedal. O por que de tanto sucesso? É simples! O Spinning te ajuda a queimar muitas calorias, melhora sua Resistencia e respiração de uma maneira empolgada e divertida. A maioria das pessoas não gosta de fazer spinning porque pensa que a aula força os joelhos e pode ocasionar lesões, mas o que poucos sabem é que se o posicionamento na bike for feito de maneira correta, o treinamento será seguro e eficiente.”A aula de Spinning é perfeita para quem deseja queimar muitas calorias e perder alguns quilos e, sendo feita de maneira correta, ainda traz qualidade para seu dia a dia.” – Felipe Franco, personal trainer da academia Moviment.

A modalidade foi criada nos Estados Unidos, em 1995, pelo ciclista sul-africano Johnny G. Desde então, se tornou sucesso absoluto: 25% dos horários nas academias são para aulas de spinning. A procura é tão grande que em alguns locais, como na academia Rush Sports na zona norte de São Paulo, é preciso senha para garantir vaga na aula. Tudo isso porque, além de não exigir coordenação motora, é uma destruidora de calorias. Testes feitos pela professora Vivi Motta, da Cia. Athletica, com profissionais do Laboratório de Metabolismo da Universidade de São Paulo (USP), comprovam que em uma hora de spinning, as mulheres chegam a gastar 570 calorias e os homens podem perder 870.

Atitudes simples e muito eficientes podem melhorar o desempenho e proporcionar maior segurança durante a aula, como usar o frequencimetro para monitorar a frequência cardíaca durante a atividade física, calçar sapatilha especial, a mesma usada por ciclistas profissionais, respeitar o cronograma das aulas mantendo a periodização imposta pelo professor. Mas o essencial é se esforçar e estar sempre presente, sem esquecer da garrafinha de água e de manter uma toalha por perto.

Dicas importantes:

É essencial controlar a freqüência cardíaca para medir o esforço durante o exercício;

  • Identifique a sua zona de F.C. de treinamento e respeite-a, pois podem existir diferentes níveis de condicionamento e adaptação dentro da mesma classe;
  • Tenha sempre uma garrafa de água e uma toalha por perto;
  • Ajuste adequadamente a altura do selim;
  • Ajuste a altura do guidão;
  • Ajuste o firma pé;
  • Conheça o sistema de frenagem;
  • Prenda os cadarços dos tênis;
  • Cuidado com a postura;
  • Use um tênis de cano baixo e sola reforçada na parte anterior;
  • Use roupas justas e confortáveis e de preferência bermudas alcochoadas, especiais para aulas de ciclismo;
  • Se for sua primeira aula, avise o professor para que ele lhe oriente;
  • Limpe a sua bicicleta após o uso;
  • Chegue 10 minutos antes da aula;
  • Faça pelo menos duas aulas por semana, para obter resultados satisfatórios;
  • Respeite as orientações dadas pelo professor;
  • Nunca tire os pés dos pedais sem antes parar de pedalar.
  • As aulas de Spinning são divertidas e simples. Experimente!

    Informações tiradas do site http://boaforma.abril.com.br

    Drogas de Abuso

    Qualquer produto farmacêutico que modifique a qualidade das informações que chegam ao cérebro ou altere diretamente seu funcionamento pode ser objeto de uso abusivo e sociedade entende muito bem sobre esse assunto, pelo menos na prática. Isso pode ser observado com vários produtos e um deles está no consumo simples de analgésicos como aspirina, por exemplo, ou medicamentos para reduzir a ansiedade, induzir o sono, inibir o apetite ou para doenças psiquiátricas. O que caracteriza o uso abusivo é a condição de dependência e a necessidade de utilizar doses cada vez maiores, com claros riscos para a saúde.

    Dentro das drogas de abuso, existem as drogas reacionais que o ser humano conhece, mas desconhece suas consequências. Estas são substâncias que não tem finalidade terapêutica e são utilizadas com o intuito de promover alteração na percepção ou no comportamento do usuário. Algumas delas, como o álcool e a cafeína, são liberadas e chegam a ser consumidas em grande escala, com níveis de complicações muito diferentes entre si. Outras, proibidas, possuem grande potencial de dependência e de prejuízo à saúde. O consumo de bebidas alcoólicas – tanto agudo quanto crônico – associa-se a maior risco de envolvimento em acidentes, atos de violência e leva a diversos problemas de saúde. Já a utilização da cafeína não é associada a riscos de tal magnitude.

    As drogas abusivas e ilícitas mais consumidas no Brasil são a maconha, cocaína e a metanfetamina. O consumo de heroína e de ácido lisérgico é bastante reduzido no Brasil e estima-se que em uma grande cidade brasileira pode-se encontrar seis usuários de maconha e dois de cocaína para cada 100 habitantes. Hoje, o consumo de tais drogas se tornou banal e comum para a sociedade moderna, pois seu consumo é intenso e normal perante seus olhos. Mas todos devemos ficar atentos, já que sabemos que essas drogas viciam e não trazem bem algum para o nosso organismo, pelo contrario, só prejudicam cada vez mais as nossas vidas.

    A importância dos exercícios

    O que pode ser melhor que chegar à maturidade com aparência que não denuncia a idade cronológica? Assim, pega de surpresa, você pode não saber a resposta, mas para os pesquisadores ela está na ponta da língua: um cérebro jovem e com risco bem menor de doenças que levam à demência. O cérebro é um órgão ávido por oxigênio e necessita dele para o perfeito funcionamento. Chega a utilizar mais de 20% de todo o oxigênio do corpo. Os exercícios físicos, por sua vez, melhoram a vascularização cerebral, inclusive a formação de novas artérias, suprindo melhor o cérebro com sangue e oxigênio. Existem, ainda, estudos experimentais mostrando que são produzidos novos neurônios e conexões elétricas entre eles.

    Um estudo realizado na Universidade de Melbourne, na Austrália, submeteu voluntários de 50 anos e com problemas de memória a exercícios regulares por 24 semanas. E, acredite, foram comprovadas a melhora dessa função, além da cognitiva (processamento dos dados), e a redução de sinais de demência. Cerca de 150 mulheres analisadas na University of British Columbia, no Canadá, mostraram que atividades praticadas com peso, duas vezes na semana, potencializam o teste cognitivo de memória e aprendizagem, sem contar as funções executivas, como resolução de conflitos. “A musculação ou o pilates parecem potencializar essa função pela necessidade de concentração, seja para aprender os movimentos ou utilizar pesos e aparelhos, além do controle do número de repetições.” Diz a educadora física, Bettina Moritz. Já um programa de exercícios aeróbicos realizado com pessoas de 60 a 79 anos, durante seis meses, pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, comprovou aumento do volume do cérebro. Comparadas a idosos sedentários, percebeu-se maior volume de substância cinzenta e, segundo a educadora física Bettina Motriz, exercícios aeróbicos estimulam o brotamento de neurônios na região onde são arquivadas as memórias recentes, além de melhorar a elasticidade das artérias.

    Exercícios simples, como ler e dançar também estimulam as atividades cerebrais, melhoram a memória, as habilidades e o raciocínio. Mexer o corpo, ninguém duvida mais, é essencial para o funcionamento da massa cinzenta. Em outras palavras, afasta doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, e também quadros de depressão e crises de ansiedade. Então, espante já a preguiça e vá suar a camisa para o bem do seu corpo e, principalmente, do seu cérebro.  “A atividade física é um instrumento fantástico para o retardamento das alterações que ocorrem com o envelhecimento. Aliás, muitas dessas mudanças se devem mais a falta de exercícios do que propriamente ao processo de envelhecer.” – José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, em entrevista para a revista Pense Leve.

    http://www.youtube.com/watch?v=_exVMrYdLeM

    AIDS

    Cerca de 33 milhões de pessoas no mundo já foram infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana, o famoso e destruidor vírus da AIDS.  No começo dos anos 80, a infecção era associada a um grupo de pacientes de risco que são os homossexuais e usuários de drogas, mas, hoje, a doença atinge homens e mulheres sem discriminação. O vírus é uma doença que causa na falência do sistema imunológico da pessoa, ou seja, mata suas defesas naturais e impede que organismo combata as outras doenças que existem. Com o “ataque” do vírus da AIDS às defesas do corpo, o organismo fica mais sujeito ainda a doenças tumorais e infecções que poderiam ser combatidas pelo nosso corpo.

    Os sintomas da AIDS são apresentados entre a contaminação e a instalação deles, ou seja, pode existir um longo período em que o paciente não apresenta nenhuma manifestação da doença. Esse intervalo varia de cada organismo e, em geral, de duas a seis semanas depois do contato o paciente pode desenvolver sintomas como febre, dor de garganta, aumento dos gânglios, entre outros. Embora esses sintomas apareçam em várias outras doenças, no paciente infectado pelo HIV representam a forma aguda da infecção ou a primeira manifestação da doença. Por ser confundida com sintomas de outras enfermidades, essa fase pode passar despercebida pelo paciente.  Após um longo período de tempo, podem surgir outros sintomas que são decorrentes de algumas doenças oportunistas, que aproveitam a fraqueza do organismo para se instalar em nosso corpo, assim esses sintomas são muito variados e não são exclusivos da infecção pelo HIV. Os sintomas mais comuns são: diarréia crônica, febre e sudorese, aparecimento de candidíase oral (sapinho), problemas de pelo, pneumonia e emagrecimento exagerado.

    O vírus do HIV pode ser transmitido de algumas maneiras como pela secreção vaginal, sêmem, sangue e leite materno. Muitos cuidados devem ser tomados, já que a nossa sociedade vive de uma maneira livre e sem muita precaução. Muitos sabem, mas poucos previnem uma relação sexual do vírus da AIDS com o preservativo. Os usuários de drogas, grupo de risco dentro dessa infecção, preocupam a sociedade médica já que compartilham material contaminado através de seringas ou agulhas, mas não só os usuários de drogas estão sujeitos a transmissão do vírus, mas qualquer tipo de transfusão feita com agulhas e seringas. Outros materiais cortantes também oferecem risco de transmissão se não forem esterilizados da maneira correta. As mamães portadoras da infecção devem tomar todo o cuidado com o seu bebê, pois podem transmitir a doença para a criança, mas podem evitar essa transmissão se os devidos cuidados forem tomados.

    As pessoas necessitam desse conhecimento cada vez mais e precisam se conscientizar que para essa doença ainda não temos remédio antes que ela acabe com grande parte da sociedade. A AIDS é algo difícil de lidar, mas deve ser encarada e evitada pelos meios mais simples que existem: limpeza, cuidado e consciência. Hoje temos inúmeros meios de impedir o contagio, portanto, a sociedade deve cair em si e começar a colocá-los em prática.

    Em busca de uma vida longa e saudável

    Hoje, todos nós vivemos em busca de uma vida longa e saudável, sempre pensando em viver mais e ter disposição para suportar todos os obstáculos e desafios da vida. Muitos buscam essa condição no esporte, outros no descanso, alguns nas dietas e alimentações balanceadas e muitos outros não estão muito interessado com esse cuidado e preocupados com  o que pode ajudar para que sua trajetória de vida seja maior. Mas, o que pouco sabem é que a vida do ser humano é influenciada por muitos fatores e depende de vários aspectos para ser longa e saudável, não somente do esporte e da alimentação como muitos pensam, mas também de sentimentos, sensações e cuidado com a saúde mental. Atitudes e hábitos saudáveis ajudam na prevenção e cura de enfermidades e no aumento da expectativa de vida do ser humano.

    Para uma vida mais saudável e longa devemos nos preocupar com os nossos constantes ataques de raiva. Segundo o pesquisador Murray Mittleman da Universidade de Harvard, a raiva pode dobrar o risco de sofrer enfarto, a hostilidade pode prejudicar a saúde corporal e provocar a liberação de hormônios que causam danos ao nosso coração. Por tanto, pense antes de distribuir chingamentos, insultos e pontapés. Outra atitude a ser repensada é a maneira como liberamos as nossas emoções, se demonstramos do jeito certo o que sentimos com relação a um momento ou pessoa. Sair por ai distribuindo mal criações não é certo, mas reprimir tudo o que sentimos é ainda pior. Pessoas que reprimem as emoções têm risco quatro vezes maior de ter ataques cardíacos de acordo com a Associação Americana do Coração.

    E aquela famosa sensação de frio na barriga que todo muito conhece? Aquela que te deixa pensando horas e horas em coisas ruins sobre algo que pode acontecer. A ansiedade é outro sentimento que deve ser evitado ou pelo menos controlado. Muitos médicos afirmam que mais da metade dos sintomas de doenças não tem origem orgânica, elas são chamadas de “doenças do stress” e geralmente são frutos da ansiedade dos pacientes. E para prevenir a ansiedade e até mesmo a depressão um remédio ótimo é apresentado pelos pesquisadores das faculdades Britânicas. Eles garantem que bastam 20 minutos de carícias diárias para os distúrbios da ansiedade e depressão serem menores entre pessoas que ajudam os outros e são carinhosas.

    Muitas atitudes podem ser mudadas e muitos hábitos devem ser repensados, não devemos apenas alterar nossa rotina alimentar, mas nossa vida emocional já que o coração, o sistema nervoso e a nossa cabeça contam demais dentro de todo esse ciclo que chamamos de vida. Uma dica para que vivamos mais e de maneira saudável?Faça exercícios, busque métodos e sistemas que te desestressem e te deixem bem, procure por alimentos que deixem o seu corpo leve e bem. Cuidar de tudo e todos, fazer o bem, pensar no próprio corpo e ser feliz é essencial, nosso corpo precisa dessa alegria para se manter firme diante de todas as dificuldades da vida e, como já dizia William Shakespeare: “a alegria evita mil males e prolonga a vida.”

    A diferença entre as alergias e a intolerância alimentar

    Muitos pensam que alergia e intolerância alimentar são a mesma coisa, mas todos se enganam já que há muita diferença entre elas, tanto em seus sintomas como em sua maneira de se desenvolver no organismo de uma pessoa. Hoje muitos problemas na sociedade relacionados à alimentação, pois na maioria das vezes a diferença não é percebida e o tratamento pode ser passado de maneira errada e as conseqüências podem ser piores mais para frente. Na maior parte das vezes confundem os médicos e pacientes por apresentarem o mesmo sintoma que se for analisado com mais precaução e da maneira correta pode ser facilmente identificado.

    Alergia alimentar é causada por reações de hipersensibilidade, ou seja, quando o seu corpo detecta algo estranho, um perigo para ele. Quando ocorre essa percepção ele coloca a sua proteção em ação, os chamados anticorpos, que vão impedir que esses “invasores” causem algum dano ao organismo. Mas, essa reação pode é feita de maneira exagerada e com isso provoca o aparecimento das reações alérgicas, os sintomas da alergia como tosse, urticária, febre, entre outras. Essas manifestações alérgicas podem ser manifestadas por sinais respiratórios, gastrintestinais e cutâneos, diferenciando cada tipo de reação que ocorre no corpo e são catalogadas em 3 tipos: respiratórias, alimentares e dermatológicas.

    Desenvolver ou não uma alergia depende de alguns fatores como, por exemplo, uma herança genética, a idade e os hábitos alimentares daquela pessoa, muitas vezes também podem ser adquiridas pelas conseqüências de doenças infecciosas. Os alimentos que mais provocam alergias são ovos, leite de vaca, milho, trigo, amendoim e frutas secas, quando adulto pode aparecer também a reação alérgica à peixes e crustáceos que também são alérgenos alimentares importantes e, quando há sensibilidade a látex existe a possibilidade da alergia a frutas e legumes. Mas às vezes não é nem o alimento que provoca a alergia, mas algum conservante, corante ou outras substancias químicas presentes no alimento, o que acontece muito hoje já que na maioria das nossas refeições aparecem os produtos industrializados.

    Intolerância alimentar é a incapacidade do organismo absorver ou metabolizar alguma substância sem reação do sistema imunológico. Um exemplo muito conhecido é o do leite de vaca, já que ele pode ser intolerante ao organismo por não ter a capacidade de absorver e metabolizar a lactose. O alimento ingerido é submetido a diversos processos e, entre eles, a absorção do açúcar que não acontece quando há a intolerância alimentar. Os principais sintomas observados por essa incapacidade do organismo são cólicas, enxaquecas, urticária, tontura, náuseas, entre outras. Os desconfortos causados são inúmeros e sempre provocam confusão e dificultam a percepção do que está acontecendo com o corpo. Os causadores mais freqüentes de intolerâncias estão os conservantes, intensificadores de sabor, corantes, antioxidantes e ausência de enzimas.

    Para que a alergia ou a intolerância sejam detectadas deve ser feita ma bateria de exames relacionados às possíveis causas do problema. Algumas pesquisas como o histórico familiar, a descrição dos sintomas e a listas dos alimentos suspeitos são um dos principais exames para chegar à causa das reações alérgicas e apenas o começo desse cuidado. O tratamento para esse problema, normalmente, é a exclusão ou redução dos alimentos causadores da sua dieta alimentar. É de extrema importância sempre prestar atenção nas substancias presentes nos alimentos e manter a dieta prescrita pelo profissional. “As alergias e intolerâncias não são um bixo de sete cabeças se forem levadas a sério e cuidadas com certa cautela, já que podem provocar grandes danos ao nosso organismo e nossa saúde” orienta o Dr. Adalberto Matarazzo, especialista em alergias por ingestão de alimentos.