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Arquivo da categoria: Alimentação

A “nova” aliada

A cada dia que passa aparece mais um alimento que promete ajudar na redução do peso, desintoxicação do organismo, entre outros objetivos que as pessoas, principalmente as mulheres, buscam para atingir a boa forma. A Chia é um deles e veio a tona fortemente! Aparece nos mais variados sites de dietas e saúde e em reportagens da mesma categoria. Por conter cálcio, fibras, potássio, magnésio, proteína e Ômega 3, em maior concentração do que a linhaça, essa semente, originária do México, é uma das mais promissoras no auxílio da queima de gordura.

Sementes de Chia

Ok. Vários nutrientes, mas o que muitos se perguntam é: como a Chia contribui para a melhoria de nosso corpo e organismo? E aqui vai a resposta. A Chia causa saciedade por absorver muita água e ser rica em fibras, o que faz com que você fique satisfeito, reduza vontades e consuma menores porções dos alimentos. Proporciona um “boom” de energia para seu organismo, aumentando a capacidade de força e resistência. É de fácil digestão. Contribui com a redução do colesterol, melhora a imunidade e ajuda na formação óssea. Age como desintoxicante, regulando a ação intestinal e combate a gordura, uma inflamação no organismo que não deixa o cérebro receber a informação de saciedade, por meio do Ômega 3.

É MUITO importante relembrar que tudo o que é consumido em excesso gera “problemas”. E a Chia não está de fora dessa regrinha. Se não ingerida moderadamente pode levar ao aumento de peso e sair totalmente de seu objetivo. Confira abaixo como a semente está disponível para venda e seu ideal de consumo:

Em grãos – Uma colher de sopa 30 minutos antes das refeições. Pode ser consumida pura ou misturada a frutas de sua escolha.

Em óleoUma colher de sopa em saladas ou outros alimentos. Vale ressaltar que a Chia em óleo é menos nutritiva que em outros estados (grão e farinha), já que nestes não perde os benefícios das fibras.

Em farinha – Uma colher de sopa em saladas, sucos, vitaminas, iogurtes.

Outros benefícios da Chia:

  • 2 vezes mais potássio do que a banana;
  • 3 vezes mais ferro do que o espinafre;
  • 6 vezes mais cálcio do que o leite integral;
  • 8 vezes mais ômega 3 do que o salmão;
  • 12 vezes o próprio peso: é o que ela absorve de água;
  • 15 vezes mais magnésio do que o brócolis.

Quer mais o quê? Além de tudo isso ela é conveniente e versátil. Você pode ingeri-la direto do pacote, misturar em seu suco, vitamina, iogurte, cereal, salada ou outro alimento de sua preferência.

O que você está esperando??

Tips for you!!!

Fonte: The Chia Seed, M de Mulher.

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Comida japonesa faz bem?

Literalmente nunca esteve tanto na moda aqui no Brasil. A comida japonesa foi chegando e conquistou um publico que aos poucos se tornou extremamente fiel. De início, só cabia um olhar desconfiado. “Peixe cru?”. Mas depois de provar pela primeira vez, tem-se a sensação de que não é tão estranho assim, mesmo não achando a melhor comida do mundo. Um pensamento que aos poucos vai mudando, já que a partir da segunda vez adiante, ela se torna sim a melhor comida do mundo, do qual, poderia ser como a italiana, a americana, a australiana, a nordestina, a mineira, mas não, além de muito boa, ela faz é um bem danado, não se resumindo ao simples fato de ser gostoso, e sim, pelo fato de ser um ótimo caminho para se ter uma vida saudável.

O povo japonês é um dos que tem a maior expectativa de vida do mundo, e com certeza, isso não se deve ao nível de desenvolvimento do país, mas pelo contrário. Os japoneses também prezam por coisas bem naturais que não é necessário tecnologia: uma boa alimentação, além de procurarem sempre o equilíbrio do corpo e da mente.

A alimentação tão balanceada que ajuda a vida ser mais longeva é composta basicamente por: arroz, algas, legumes, verduras, soja, frutos do mar e muito peixe.

Uma pesquisa publicada no Jornal Europeu de Nutrição Clínica comprovou que as pessoas que seguem uma dieta japonesa saudável têm cerca de 40% menos sintomas de depressão do que aquelas que não a seguem.De acordo com o site Eliminando Peso, as preparações levam pouca ou nenhuma gordura saturada (o tipo que é nocivo ao organismo) tornando os pratos mais leves, os alimentos crus preservam 100% dos nutrientes e, além disso, são ricos em substâncias importantes para preservar a saúde, como o ômega 3 do salmão, que previne contra doenças cardiovasculares, ou o lentinan dos cogumelos, que reforça o sistema imunológico.

Algo que é necessário ter é bastante bom senso, porque para aqueles que desejam emagrecer, vivendo de sushi e Cia, devem evitar versões fritas ou com cream cheese e maionese.

Já para aqueles que ainda não aderiram a moda que provavelmente não vai embora nem tão cedo, fica a dica: vale a pena se arriscar. Se arrepender? Certamente não. Então, passe você também a viver mais levemente.

Viciado em Chocolate

Você que é louco por chocolate, com certeza, já deve ter dito que é viciado ao doce. A grande questão é que esse impulso, de querer o chocolate a qualquer custo, é realmente um vício? Você é realmente dependente do chocolate¿

Bom, se você é um daqueles que enquanto não comer, a imagem do chocolate fica latejando em sua cabeça, você não parece ver mais nada, não quer conversar com ninguém, não quer parar em lugar nenhum, a não ser o mercadinho que vende algum tipo de chocolate, então pode-se acreditar que você é sim um viciado. Parece até droga! O mais legal disso é que esse é um dos poucos vícios que a pessoa gosta de assumir ter, e coitado de alguém que insista em dizer que você não seja um chocólatra.

Mas sempre há aqueles que gostam de desafiar. Para Peter Rogers, psicólogo da Universidade de Bristol, o fato dos chamados “chocólatras” não conseguirem controlar seus impulsos não se trata de um vício. “O fato do chocolate preto possuir substâncias psicoativas que causam estímulos no cérebro dos seres-humanos não fazem desse consumo um vício”, disse ele ao portal do Terra.

Deixe seu comentário. Você é ou não é viciado em chocolate? De todos no mercado, qual o seu preferido?

Os nutrientes essenciais para uma dieta balanceada

A maioria das mulheres vive em busca de uma nova dieta para se adequar ao padrão estipulado pela sociedade moderna. Assim que percebem uns “quilinhos a mais”, se jogam nas revistas e sites para buscar a dieta ideal e, em grande parte das vezes, que traga resultados rápidos.

É justamente nesse momento que elas devem PARAR e PENSAR se toda aquela propaganda não é ENGANOSA! Essas dietas, que se dizem milagrosas, podem até dar ou não resultados momentâneos, e digo novamente, MOMENTÂNEOS, pois, dias após a mesma, as consequências podem ser piores do que se poderia imaginar.

Com isso, o ideal é buscar uma dieta equilibrada, composta por todos os nutrientes que fornecem a energia dos alimentos necessária para que o nosso corpo trabalhe e produza bons estímulos: os macronutrientes e micronutrientes. E, então, muitas pessoas se perguntam sobre os mais citados: o que são os carboidratos? E as proteínas? E os lipídos? Como identificá-los?

CARBOIDRATOS

Este é o principal nutriente que deve conter na alimentação e possui valor energético. Segundo dados do laboratório Fleury, 50% da energia deve provir desse nutriente. Eles estão presentes nos cereais (arroz, milho, trigo e derivados, como pães, massas e biscoitos) e feculentos (batata, batata-doce, mandioca, inhame).

ATENÇÃO: O mel, açucar de mesa, refrigerantes, doces, balas e chicletes também possuem carboidratos e estes precisam ser consumidos com moderação.

LIPÍDOS

Conhecido, também, como gordura, é um nutriente que merece cuidado. Por possuir um grande valor energético, não se deve deixar ultrapassar 30% do valor calórico total de sua dieta. São eles: leite integral, carnes, queijos amarelos, além dos óleos vegetais, manteiga e o creme de leite.

 

PROTEÍNAS

Os alimentos que possuem proteínas são chamados construtores. Isso, pois têm como principal função o crescimento, produção e manutenção de tecidos e células. São encontrados nas carnes, leites e derivados, ovos e leguminosas (feijão, grão de bico, lentilha, soja).

Veja também: Fitonutrientes

Tenha uma vida saudável com um bom café da manhã

Leite, Iogurte, queijo, cereais, pães, frutas, sucos, chá, café, peito de peru. Nossa quanta coisa! Tudo isso compõe um belo de um café da manhã. Com certeza, não há nada melhor do que acordar, arrumar-se para o trabalho ou para a aula e saber o que você tem em casa pra fazer seu desjejum. Seria perfeito se todo mundo pensasse nisso.

O principal de tudo é saber que um bom café da manhã é sinônimo de uma vida melhor, acrescentando assim anos de vida saudável. Mas o que acontece é que muitas pessoas saem correndo de casa com o estômago vazio sem tempo de se alimentar ou simplesmente acorda sem apetite, mas a melhor desculpa é aquela que dizem estar fazendo dieta, já escutaram? “Resolvi não tomar café da manhã, só assim economizo calorias”. Esse é o maior erro, pois ficar sem café da manhã não vai ajudar a perder peso “coisa nenhuma”, na verdade, o gasto calórico cai e fica mais difícil eliminar as gordurinhas, além também de ser um ato prejudicial. Estomago vazio é o antônimo de qualidade de vida!

Mas e por que o café da manhã melhora nossa qualidade de vida? É simples, no café da manhã ingerimos alimentos, como cereais integrais, que não estão disponíveis nas outras refeições. As fibras aumentam a sensação de saciedade e agem diretamente no controle do colesterol e da glicemia em pessoas diabéticas.

Dicas de um bom café da manhã:

MEIO MAMÃO PAPAIA
55 calorias
Fornece boa parte das vitaminas e minerais necessários durante o dia

IOGURTE DESNATADO
70 calorias
(um pote)
Para quem não gosta de iogurte, a opção são dois queijos do tipo polenguinho light

CAFÉ
0 caloria
Assim como o chá, o café acelera o metabolismo

PÃO INTEGRAL
140 calorias
(duas fatias)
Substitui o cereal como fonte de fibras

QUEIJO BRANCO
45 calorias
(uma fatia)
Fonte de proteína, assim como o iogurte, pode ser substituído por duas fatias finas de peito de peru

Não esqueçam que é importante a ingestão de cereais no seu café. Aveia, granola, linhaça, entre outros, ou então o que é melhor ainda, a ração humana que contém todos os cereais juntos. Experimente esses cereais com frutas, fica uma delícia.

Linhaça

Aveia

Granola

Ração Humana

Mude seus hábitos, vá ao supermercado, compre o que você irá precisar para tomar um bom café da manhã.

As dicas do Café da manhã foram retiradas da Veja online.

Saiba mais sobre Frutosemia

Já ouviu falar em frutosemia? Não? Sabe aquela história que você escuta sobre pessoas que não pode consumir a frutose? Então, é isso que significa, é raro de achar, mas essa pessoa “azarenta” existe. “A avulsão a frutose consequentemente causa a mudança de velocidade do Intestino Delgado, no qual, altera a enzima que digere os açúcares” diz a médica especialista Carolina Dantas.

Para você que não sabe se tem a intolerância a fruta os sintomas são: dor abdominal, vômitos, letargia, suderese e hipoglicemia após ingestão de fructose. Segundo Carolina se nao for tratado adequadamente a frutosemia pode se transformar em falência hepática, renal ou morte.

Atenção! A exclusão da fructose e da sacarose em sua alimentação deve ser mantida por toda a vida.

De acordo com o site do hepcentro os alimentos permitidos são:

–       Leite materno

–       Fórmulas infantis sem sacarose ou fructose

–       Carne, aves, peixe, ovos

–       Leite e produtos lácteos sem adição de acúcar

–       Gelatina, Chá, café

–       Vinagre

–       Glicose, galactose, lactose

–       Vegetais (escarola, alface, espinafre, aipo)

–       Vegetais só 2 vezes por semana

–       Cereais ( arroz branco, farinha de centeio, farinha de trigo branca)

–       Cereais 2 vezes por semana ( crème de arroz, crème de trigo, farinha de aveia, farelo de aveia e farelo de trigo)

Alimentos Proibidos:

–       Fórmulas infantis com sacarose ou fructose

–       Frutas (exceto limonada e abacate)

–       Produtos preparados com açúcar (incluindo carnes processadas)

–       Frutose

–      Sorbitol

–       Sacarose (açúcar da cana e de beterraba, glace)

–       Mel, melaço

–       Medicamentos com açúcar na composição

O corante e seus malefícios

Quem não gosta de ir à festa de criança pela variedade de guloseimas coloridas que tem?  De comer o algodão doce mais rosa possível? E de fazer o famoso bicho de pé com a maior quantidade de corante para deixá-lo mais rosa? Parece que se tirássemos a cor desses deliciosos doces não teriam o mesmo gosto não é? A cor enfatizada pelo alimento parece realçar o seu sabor. Ás vezes, não estamos com tanta vontade de comê-los, mas nossos olhos captam a cor desses deliciosos docinhos e imediatamente os remete ao nosso cérebro identificando-os aos sabores mais gostosos já provados por nós.

Todo esse arco-íris de sabor e beleza está ligado a uma substância aditiva alimentar, ou seja, os corantes. Eles não têm gosto nenhum, porém, são adicionados aos alimentos para proporcionar esse efeito inconsciente no cérebro de desejo pela cor remetida ao sabor. Porém, toda essa fantasia colorida se torna preta e branca ao cruzar com problemas alérgicos proporcionados pelos corantes. O maior deles é o Tartrazina, corante amarelado presente nos alimentos como balas, caramelos, confeitos, gelatinas, salgadinhos e similares, alimentos consumidos por quase todo mundo e em especial, as crianças. A alergia a esse corante pode causar irritações graves na pele, como por exemplo, manchas avermelhadas, inchaço no rosto, coceiras incessantes e a falta de ar.

Nos casos extremos dessa alergia, as pessoas necessitam retirar do seu cardápio qualquer alimento que contenha corante. Porém, não é tão fácil identificar esse tipo de alergia. Estudos estão sendo feitos para avançar cada vez mais na rapidez do diagnostico da doença, mas ainda o processo caminha lentamente, e muitas vezes a alergia deixa de ser identificada. Por isso essa alergia é tão complexa. Quem gostaria de deixar de comer todos os maravilhosos doces coloridos? Mas o nosso cardápio não é feito somente em cima de alimentos que possuem corantes. Em uma dieta balanceada, esses alimentos geralmente são os primeiros a serem cortados, e no lugar deles, inseridos frutas, carboidratos, proteínas entre outros. Tudo para uma vida mais saudável longe das alergias.